sábado, 6 de junho de 2009

PROTESTO AO DIA INTERNACIONAL DO MEIO AMBIENTE:

"É incrível como a natureza nos presenteia com belas imagens como esta e nem assim sabemos lhe retribuir,com ao menos um mínimo de respeito!
Dizem que ontem foi o DIA INTERNACIONAL DO MEIO AMBIENTE,preferí nem blogar sobre o tema,porque pra mim dia do meio ambiente é todos os dias.
Ainda quero e acredito que um dia comemoraremos o DIA INTERNACIONAL DA CONSCIENTIZAÇÃO AMBIENTAL.
Eu acredito numa conscientização ambiental futura e não muito distante,afinal,sou brasileira e não desisto nunca!"

Kaká

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Curiosa reportagem: Assunto para discussão:

Publicado por Fábio Santos (Diretor Editorial)
Aquecimento global derrete cérebros:

Uma barragem estoura no Piauí, mata oito, e a culpa é sua, que está aí, dirigindo seu carro, andando de ônibus.

O mundo vive um processo de aquecimento do clima. Essa não é uma certeza absoluta, muitos cientistas duvidam dos dados disponíveis, mas há um crescente consenso de que, sim, a Terra está ficando mais quente. Existem diversas previsões dos efeitos desse processo sobre o ambiente e sobre a vida humana. Mas a maior parte do que se diz por aí não passa de chute - alguns bem fundamentados, outros nem tanto, mas todos são isso, chutes. Não sou cientista, mas começo a desenvolver uma certeza sobre esse tema: além de geleiras, o aquecimento global derrete cérebros. Você duvida? As evidências são várias e a maioria delas é comprovável. Veja só. Uma barragem estoura no Piauí, mata oito pessoas, e o governador do Estado, Wellington Dias, diz que a culpa é do aquecimento global e dos danos que a humanidade tem provocado ao planeta. Não entendeu? Bem, a culpa é sua, que está aí dirigindo o seu carro, andando de ônibus, produzindo gases do efeito estufa. Outro prova do derretimento cerebral: um avião cai no meio do Atlântico, numa área em que comumente há muitas tempestades. Aí, um apresentador do telejornal da Globo News pergunta a um climatologista se o aquecimento global não teria piorado as condições na região da queda. É sério, o cara perguntou isso mesmo. E o coitado do especialista ficou lá numa saia-justa para não o chamar de bobo. Ainda duvida? Mais uma prova: o Fórum Humanitário Global, uma ONG presidida pelo ex-secretário-geral da ONU Kofi Annan, divulgou na semana passada que a mudança climática mata 315 mil pessoas por ano de fome, doenças e desastres naturais. Até 2030, esse número vai chegar a 500 mil, diz a ONG. E um monte de gente leva a sério. Puxa, e eu que pensei que fosse a fome, as doenças e os desastres naturais os responsáveis por tais mortes... Não, não é que eu não acredite em aquecimento global e defenda que nada se faça contra ele, nem que se continue a poluir o mundo como tem sido feito desde a Revolução Industrial, no século 18. Em primeiro lugar, não se trata de acreditar ou não. Isso não é questão de fé. Apenas me recuso a pertencer à Igreja Universal dos Últimos Dias do Aquecimento Global Indícios apontam que há aquecimento. Não se tem certeza absoluta de que a atividade humana é responsável por ele, mas essa é uma boa aposta. Melhor prevenir, portanto. Ok, é o mais sensato a fazer. Mas é melhor manter também o cérebro funcionando, não é mesmo?

FONTE:http://www.destakjornal.com.br/
(fsantos@destakjornal.com.br).



Minha opinião:

Ao acessar páginas da net em busca de reportagens sobre o tema do blog,me deparei com esta reportagem e não pude deixar de registrá-la aqui,além de não poder deixar passar em branco a minha opinião sobre o assunto.
Porque é tão impossível acreditar na possibilidade de sermos nós os responsáveis pela queda de um avião ou pelo estouro de uma barragem?
Ah,fala sério....para nós seres humanos é bem mais cômodo acreditar que o nosso governo é o melhor do mundo,que a bomba de HIROSHIMA nunca existiu e que o aquecimento global é puro marketing.
Meu Deus,acorda Brasil...acorda mundo!
É justamente o que o professor Antônio de Pádua disse em uma de suas palestras sobre o Meio Ambiente: "...a natureza está pedindo de volta o que é dela...." Como assim?
Não precisa ser biólogo,nem ambientalista pra entender né!
Afinal,se você apenas suga os recursos naturais sem se preocupar sequer com as consequências futuras,é óbvio que alguma coisa vai sair errado.
É uma questão de troca e porquê não?
Se você explora,desmata,sem se preocupar se amanhã ou depois vai faltar recursos ou sequer sem se preoucupar com a reação da natureza,achando que sua atitude impensada vai ficar impune;você certamente é e sempre será culpado,mesmo que indiretamente por um acidente aéreo,por uma barragem estourada...
Cabe a cada um de nós repensar sobre nossos atos diários e procurar mudar nossas atitudes,ao invés de querer descobrir se somos ou não responsáveis pelos desastres naturais...
Fica aqui aberto o questionamento para vocês leitores;cabe a cada um definir sua postura e opinião sobre o assunto.
Abraços,Kaká.

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Nas ocasiões incertas e obscuras é que surgem as melhores oportunidades!

Para uns,a apresentação do meu trabalho de metodologia hoje foi um fracasso....para quem realmente entende do assunto e para mim,certamente foi uma oportunidade de colocar em prática um projeto que há tempos rondava minha cabeça.Tenho paixão pelo meu curso de gestão ambiental,apesar de ás vezes pensar que estou no curso errado,afinal,sou um fracasso com cálculos,odeio química,física,topografia...rs.rs....tudo que envolva número.Trabalhei 4 anos seguidos com cálculos que hoje tenho trauma de números.Mas apesar dos cálculos,eu amo o curso Superior de Tecnologia em Gestão Ambiental.E mesmo tendo a certeza de que tenho inúmeros obstáculos a enfrentar pela frente,principalmente o preconceito á classe de tecnólogos,eu sinto que estou no caminho certo.Não vou me apressar,nem atropelar os acontecimentos,hoje me sinto mais madura para aguardar o momento certo de colocar em prática o pouco que aprendi no decorrer do tempo.E hoje,após a apresentação do trabalho improvisado junto com minha amiga de faculdade Juliana,eu tive a certeza de que esse é o caminho a ser trilhado e que ainda surpreenderei a mim mesma,como pessoa e como futura gestora ambiental.Após a apresentação,a professora pediu que conversássemos em particular sobre o tema abordado em sala durante a apresentação do trabalho.E isto me deixou muito otimista.Amanhã certamente irei procurar a professora para falarmos sobre este assunto que muito interessa e pelo qual tenho muito orgulho em abordar e procurar formas de fazer com que as pessoas e o mundo em geral,possam compreender o tamanho real da beleza desta tão discriminada profissão:Tecnólogos.

FONTE: http://blogkakamg.blospot.com

COMPLÔ CONTRA AS LEIS AMBIENTAIS: QUAL É A DO LULA NISSO TUDO?

Reportagem publicada em 03/06/2009

Por Marcio Santilli*

Nos últimos dias os jornais O Globo, Valor Econômico e Folha de São Paulo expressaram em editoriais, preocupações com medidas adotadas pelo governo e em discussão no Congresso que poderão causar graves danos ao meio ambiente e às florestas do País.Há duas semanas, artistas lideraram uma vigília no plenário do Congresso e promoveram a entrega de um abaixo-assinado com milhares de assinaturas contra o desmatamento e a destruição da Amazônia. Esse gesto refletiu o que uma pesquisa do Datafolha (por demanda da ONG Amigos da Terra), deste mês, apurou: 94% dos brasileiros desejam o fim dos desflorestamentos, ainda que implique restrições à produção de alimentos.Com efeito, organizações do campo socioambiental vêm alertando há alguns meses para um complô armado por um conjunto de setores interessados em destruir as leis que os obrigam a cumprir condicionantes ambientais para a execução dos seus empreendimentos econômicos. Ruralistas querem se livrar da “reserva legal”, que exige a manutenção de cobertura florestal em parte das propriedades rurais; empreiteiras querem fragilizar o licenciamento de obras e pagar o mínimo como compensação ambiental; grileiros querem legalizar a ocupação privada de terras públicas; e todos eles fizeram um pacto sinistro, para reunir os votos de parlamentares que lhes devem favores em torno de uma agenda negativa comum.O complô, para ter sucesso, precisa da cumplicidade do governo federal. Em outros tempos, tentativas similares para lesar a legislação esbarraram na disposição do Presidente da República em exercer o seu poder de veto. Agora, a credibilidade da política ambiental vai sendo corroída pelas bordas, com lobbies setoriais influenciando a introdução de dispositivos “facilitadores” de contrabando em medidas provisórias, explorando disputas políticas e corporativas de dentro do governo, atribuindo a lentidão nas obras do PAC aos condicionantes ambientais, insinuando apoio e financiamento aos candidatos presidenciais. Com “cara de paisagem”, o governo vai sendo envolvido até que se dissolva a possibilidade do veto e se caracterize o total acumpliciamento oficial.Ocorre que é o próprio governo quem será chamado às responsabilidades pelas esperáveis conseqüências. Nem falamos das responsabilidades históricas em, por exemplo, rasgar áreas remotas e preservadas da Amazônia com uma nova estrada (BR-319) asfaltada, sem planejamento ou demanda econômica efetiva, sem presença local do estado nacional, só para fazer o jogo de um ministro candidato (Alfredo Nascimento, dos Transportes, ao governo do Amazonas), mas que acabam partilhadas por todos nós.Falamos das responsabilidades imediatas, dos danos cumulativos às populações locais, às águas, aos solos e ao clima local. E também dos efeitos globais, do aquecimento do planeta, dos planos e metas anunciados sobre mudança climática e dos compromissos assumidos e dos recursos obtidos (como US$ 1 bilhão do governo da Noruega para o Fundo Amazônia), que irão para o espaço sideral caso a taxa de desmatamento dê mais um salto à frente por conta dos atos irresponsáveis em curso.Também nesta semana assistimos a um debate inusitado, na Globonews, entre dois ministros, da Agricultura e do Meio Ambiente, que divergiram em quase tudo. Normal, para os que sabem que os governos são essencialmente esquizofrênicos. Mas não deixa de indicar uma falta de presidente.Qual é a do Lula nisso tudo? Acredita mesmo que o licenciamento atrapalha as obras? Que mais vale expandir a fronteira agrícola para gerar produtos para exportação? Que não há saída para a crise sem detonar o patrimônio natural nacional? Que o financiamento por empreiteiras será essencial para o sucesso da sua candidata presidencial? Ou terá clareza sobre o custo real desses danos, sobre a gravidade da situação climática, sobre os impactos negativos na sua retórica, na sua imagem e na do País?Queremos uma posição clara do presidente sobre o complô em curso. É claro que esperamos dele uma postura compatível com a responsabilidade da sua função, focada na saúde do povo, no zelo pelo patrimônio público e nos interesses das futuras gerações. Mas seria menos ruim vê-lo assumindo esta conspirata, do que na postura omissa e ambígua em que se encontra, mais danosa à sua condição de líder.

* Marcio Santilli é antropólogo, indigenista e membro do conselho diretor do Instituto Socioambiental (ISA) em Brasília.

FONTE: http://www.envolverde.ig.com.br/

EUA correspondem por 29% das emissões globais desde 1860:

Reportagem publicada em 03/06/2009

Por Paula Scheidt, do CarbonoBrasil

Historicamente, nenhuma outra nação emitiu mais que os Estados Unidos, que lançou na atmosfera praticamente três vezes o volume de CO2 emitido pela China nos últimos 150 anos, segundo o Greenpeace. Apesar de ter sido ultrapassado recentemente pela China no total anual de emissões de gases do efeito estufa, os Estados Unidos ainda reina com larga vantagem como o maior emissor do mundo quanto somados os dados desde a revolução industrial. Nos últimos 150 anos, o país emitiu 328.264 milhões de toneladas métricas de dióxido de carbono (MtCO2), respondendo por 29% das emissões globais.Neste mesmo período, nenhum outro país emitiu mais do que 8% do total mundial. A China, segundo maior emissor e bode expiatório favorito para aqueles que tentam atrasar qualquer ação contra o aquecimento global, fica muito atrás dos EUA, com apenas 92.950 MtCO2.Os dados estão em um relatório divulgado pelo Greenpeace poucos dias antes do início da segunda reunião preparatória para a Conferência do Clima de Copenhague, que foi aberta em Bonn nesta segunda-feira (1º ) e segue até o dia 12. Delegados de 182 países discutem na cidade alemã o novo tratado climático que irá substituir o Protocolo de Quioto em 2012 e um dos pontos mais polêmicos se refere à contribuição dos países em desenvolvimento na redução das suas crescentes emissões.O documento “A participação americana na crise climática: a pegada de carbono Estado por Estado” ressalta justamente o grande peso que os Estados Unidos têm com relação aos outros países nas emissões históricas. “Muito da atenção recente do público, especialmente nos EUA, tem se voltado para o aumento dos níveis de poluição nas nações em desenvolvimento. No entanto, uma vez que o CO2 fica na atmosfera por 50 a 200 anos, nós devemos olhar para as emissões históricas no decorrer do tempo para ter um entendimento mais acurado das causas do problema”, afirma a ONG.
CO2 por habitanteCom relação às emissões per capita, os Estados Unidos também se mantém historicamente muito acima da maioria dos países. Em 2005, cada cidadão norte-americano emitia cerca de 23,5 toneladas de CO2, quatro vezes superior a um habitante da China (5,5 toneladas) e quase 14 vezes o da Índia (1,7). Apenas a Austrália (26,9), o pequeno principado de Luxemburgo (27,5), o produtor de petróleo Quatar (55,5), os Emirados Árabes (38,8), Kuwait (35) e Bahrain (25,4) têm uma emissão per capita maior que os EUA. Contudo, o Greenpeace alerta que se as cerca de três bilhões de pessoas que vivem na Índia e China alcançarem os níveis de emissões per capita dos Estados Unidos, não haverá chances de se evitar os piores efeitos do aquecimento global. “É por isso que os Estados Unidos têm a incumbência de ajudar a liderar o caminho para fora desta crise”, diz no documento.A maior parte das emissões dos Estados Unidos vem da queima de combustíveis fósseis para a produção de energia. Em 2007, as emissões de CO2 da queima do carvão, petróleo e gás natural respondiam por 80% do total do país.
Últimos 50 anosO relatório revela ainda que, de 1960 a 2005, as emissões dos Estados Unidos respondem por 26% do total mundial (213.608 MtCO2), vindo em seguida a China, com 10,7% (88.643 MtCO2). Cada cidadão norte-americano emitiu 720 toneladas de CO2 neste período, dez vezes o número médio de um chinês (68 tCO2) e noventa vezes o de um queniano (7,7 tCO2). Mesmo quando cada um dos 50 estados norte-americanos é considerado individualmente e comparado com outras nações, eles ficam no topo da lista dos maiores emissores do mundo. As emissões históricas combinadas de apenas sete estados – Texas, Califórnia, Illinois, Nova York, Indiana, Pensilvânia e Ohio – totalizam 96.517 MtCO2, mais do que qualquer outro país do mundo, incluindo a China (92.950 MtCO2).Se o Texas fosse um país, ele estaria em sexto lugar entre os 184 países do mundo nas emissões totais, ficando atrás da China, Rússia, Alemanha, Japão e do Reino Unido.Para chegar a estes números, o Greenpeace utilizou dados do “Carbon Analysis Indicators Tool”, mantido pelo Instituto de Recursos Mundiais (WRI) e calculou as emissões de CO2 dos estados dos EUA a partir de dados do Departamento de Energia da Administração de Informações de Energia (EIA), do governo norte-americano, usando o coeficiente de emissões do Programa de Relatório Voluntário de Gases do Efeito Estufa do EIA.


FONTE: http://www.envolverde.ig.com.br/

segunda-feira, 1 de junho de 2009

SEMANA MUNDIAL DO MEIO AMBIENTE:

"Hoje se inicia a semana do MEIO AMBIENTE,correto?"

ERRADO.

Isso mesmo,está errado,afinal dia do MEIO AMBIENTE na minha opinião é todos os dias!
É comemorado todo dia 05 de junho o dia INTERNACIONAL DO MEIO AMBIENTE,desde que a Organização das Nações Unidas - ONU, em 1972, realizou a sua primeira conferência sobre o tema: a Conferência sobre o Ambiente Humano, conhecida como Conferência de Estocolmo.
Na verdade este dia,foi escolhido para simbolizar e conscientizar as pessoas a importância de preservação do meio ambiente.Uma forma de se reconhecer que o dia do meio do ambiente é todos os dias.
É preciso pequenas atitudes diárias para se colocar em prática a preservação ambiental.
No nosso dia a dia,a começar pelo nosso lar;separando adequadamente os nossos lixos,economizando na energia elétrica,fazendo alimentação adequada e sem desperdício,dentre muitos outros atos simples, porém eficientes ,feitos diariamente por cada um de nós.
É difícil seguir a risca esses exemplos?É sim,mas não é impossível.
Se cada um começar hoje mesmo a colocar em prática dia após dia,ao menos um desses exemplos citados acima,no próximo ano teremos muito mais a comemorar do que nesta semana mundial do meio ambiente.
Pense nisso,faça você a sua parte e pouco a pouco você conseguirá contagiar o seu vizinho,seu amigo,seu parente,seu colega de trabalho...e assim,a conscientização ambiental se tornará universal.
E quem sabe ao invés de comemorarmos o DIA INTERNACIONAL DO MEIO AMBIENTE,passaremos a comemorar o DIA INTERNACIONAL DA CONSCIENTIZAÇÃO AMBIENTAL!?

Kaká Rodrigues.