sábado, 30 de maio de 2009

A média dos salários pretendidos para a função de Tecnólogo no estado de MG:

Média Geral:
R$2520,00
Faixa salarial:
Trainee : R$2.073,00
Júnior :
R$2.285,00
Pleno :
R$2,520,00
Sênior :
R$2.778,00
Master : R$3.063,00

Níveis salariais de carreira :

Trainee: Salário inicial para admissão (menos de 1 ano de experiência).

Júnior : Posição ocupada pelos aprovados no cargo (com 2 anos de experiência).

Pleno : Exercem a função satisfatoriamente (mais de 4 anos de experiência).
Sênior : Reservado para funcionários com mais de 6 anos de experiência.
Master: Não há dúvida de que são os melhores (mais de 8 anos de experiência).

FONTE: http://www.bne.com.br/pesq_salario.htm


15 dicas para conseguir (e manter) um emprego em meio à crise

Recrutadores de executivos e especialista em recolocação profissional dão opiniões para agilizar o processo de retorno à carreira

Por : Amanda Salim

Aí vão 15 estratégias para você que deseja segurar seu emprego ou para aqueles que procuram uma oportunidade de trabalho no turbulento clima econômico atual:
Cuidado com seus gastos:
1) Evite adquirir coisas supérfluas neste período. Cuidado com as promoções e liquidações: é normal haver muitas em períodos de crise, pois há dificuldade em vender. Planeje seus gastos e tente manter-se coerente com o que foi planejado o máximo possível. Guarde qualquer quantia de dinheiro.
Não perca tempo:
2) Comece a procurar imediatamente. Não tire uma folga muito longa. A procura pode levar de seis a doze meses no caso de altos executivos.
Planeje-se:
3) Trate a procura de emprego como um emprego em si. Estabeleça um cronograma e se responsabilize pelo seu progresso diário.
Fique ligado:

4) Em épocas de crise, as idéias acontecem. Coloque sua imaginação e criatividade para funcionar, analise as oportunidades que podem aparecer e veja como você pode se beneficiar delas. Faça este exercício de verdade e verá, por incrível que pareça, que elas existem e estão ao seu alcance.
Veja outras oportunidades:
5) Esteja aberto a cargos interinos, freelance ou consultorias. As empresas estão cortando custos fixos na economia de hoje, mas podem ter oportunidades de consultoria para projetos ou especialidades de nicho, compensando o número menor de funcionários. Estas oportunidades lhe permitem obter uma renda, manter as suas habilidades e movê-lo para a frente da fila quando começarem as contratações.
Atualize-se:
6) Se ainda está empregado, mantenha sua empregabilidade em alta. Busque atualizar-se sempre, principalmente com assuntos relacionados ao seu cargo, profissão ou ramo de atividade. Seja conhecedor das novidades do meio e participe de feiras, workshops e palestras. Leia livros e periódicos relacionados e acesse sites relacionados, bem como fóruns e grupos de discussão. Busque tornar-se uma referência em seu meio.
Esteja disposto a se deslocar:
7) Com a evolução das indústrias, as oportunidades de carreira migram. Saiba para onde estão indo os cargos da sua área e esteja disposto a se mudar em busca da oportunidade certa.
Seja paciente:
8) Não entre em pânico, mas não seja exigente demais. Demonstrar ansiedade excessiva a um possível empregador só diminuirá o seu valor. E certamente você não quer pular de um cargo precário para outro. Mas o trabalho dos sonhos está difícil de encontrar no mercado atual. Lembre-se de que os cargos em sua maioria não se limitam pela própria descrição -- eles são o que você faz deles.
Nunca desanime:
9) Deixe o lado negativo do lado de fora e não o deixe entrar. Leve otimismo para quem contrata e para seus contatos. Jornal é barato e ler notícias pela Internet, se você já tiver uma conexão, não custa nada. Informação nestes momentos é muito importante e pode ser uma fonte de inspiração, além de ajudar a manter-se informado sobre o mercado e as vagas anunciadas.
Seja flexível:
10) Não fique obcecado com a estrutura de remuneração e com o título. Aceitar um nível de remuneração ou título abaixo do seu ideal pode ser vantajoso. Se você superar as expectativas, o título e o salário se ajustarão com o tempo.
Mantenha-se afiado:
11) Fique por dentro das últimas notícias, tendências e tecnologias importantes no seu setor.
Fique em forma:
12) Não negligencie a saúde e a alimentação, as quais sofrem freqüentemente com o estresse da procura de um emprego.
Vá além:
13) Se estiver empregado, ao perceber que sua empresa passa por dificuldades, procure pensar o que sua empresa poderia fazer de diferente. Às vezes você se encontra numa posição que lhe permite ver coisas que seus superiores não estão vendo. Uma boa idéia pode significar uma redução de custos ou uma oportunidade de ganho ainda não percebida. Crie uma comunicação educada, bem-estruturada e comunique seu superior. Isso pode melhorar sua posição dentro da empresa ou até mesmo salvá-la.
Use seus recursos:
14) Há diversas ferramentas on-line e recursos gratuitos para ajudar quem procura um emprego. Comece pela sua universidade, organizações profissionais, grupo de veteranos ou outras afiliações que você tenha.
Faça networking:
15) Contatos, contatos, contatos. Nada substitui os relacionamentos pessoais ao procurar oportunidades de carreira. Associações profissionais, associações de ex-alunos e entrevistas informativas são formas testadas e verdadeiras de caçar um emprego.
Hoje em dia, os contatos estão mais fáceis do que nunca com sites de contatos sociais e profissionais como LinkedIn, Classmates.com ou Facebook.

Fontes: Korn/Ferry International e Curriculum.com.br

CATÁLOGO NACIONAL DE CURSOS SUPERIORES DE TECNOLOGIA.

Caros leitores:
Nas minhas incansáveis buscas por notícias e informações sobre a regulamentação da profissão do Tecnólogo,além de notícias que aprimorem o conhecimento profissional dos universitários inciantes e os que já estão quase se formando;encontrei no site do MEC o CATÁLOGO NACIONAL DE CURSOS SUPERIORES DE TECNOLOGIA.

Este catálogo auxilia,organiza e orienta professores,alunos,pais,profissionais,entidades,sistemas educacionais e futuros interessados nesta área sobre a oferta de cursos superiores de tecnologia.
Se você é um estudante ou profissional da área,e/ou prentende ser,seria interessante o acesso a este site.

FONTE:http://www.catalogo.mec.gov.br


Kaká Rodrigues

Assuntos relacionados á regularização da profissão de Tecnólogos:

Profissão: Tecnólogo

Brasília, 25 de abril de 2009Os tecnólogos são profissionais com formação de nível superior, em cursos de curta duração com foco nas necessidades do mercado. Tais cursos têm sido criados para responder à demanda por preparação, formação e aprimoramento educacional e profissional. Os cursos superiores de tecnologia podem ser feitos por estudantes que tenham concluído o ensino médio ou equivalente ou que já tenham diploma de nível superior e queiram se especializar.Segundo a diretora de Regulação e Supervisão da Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica do Ministério da Educação, Andréa Andrade, os primeiros cursos superiores de tecnologia surgiram em 1969 e, nos últimos anos, a curva de expansão desse tipo de graduação tem sido exponencial. “Entre 2006 e 2007 houve um aumento de 6% dos cursos superiores de licenciatura e bacharelado. Se levarmos em conta apenas os cursos superiores de tecnologia, o crescimento foi bem maior: 21%”, afirmou Andréa. “Isso é reflexo da demanda de mercado”.Para organizar e orientar a oferta de cursos superiores de tecnologia, o Ministério da Educação (MEC) criou o Catálogo Nacional dos Cursos Superiores de Tecnologia. Lançado em 2006, trata-se de um guia de informações sobre o perfil de competência do tecnólogo. Ele apresenta a carga horária mínima e a infraestrutura recomendada para o curso. O material fica disponível na internet, no site do MEC, pelo endereço http://catalogo.mec.gov.brNa área tecnológica, o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) é uma das instituições que mais ofertam cursos superiores de tecnologia, principalmente na área industrial. A instituição oferece hoje 58 cursos, nos quais estão matriculados 10.127 alunos. “Trata-se de demanda comprovada da indústria”, ressaltou o assessor da diretoria da instituição, Alberto Borges de Araújo. “Essa é a área em que há maior inserção no mercado. A taxa de ocupação de nossos egressos é superior a 95%”.Para regulamentar a atuação desses profissionais, que já fazem parte do Sistema Confea/Crea e Mútua, o deputado Reginaldo Lopes (PT-MG) propôs um projeto de lei. O relator do projeto na Comissão de Trabalho da Casa, deputado Vicentinho (PT-SP) realizou audiência pública no dia 16 de abril para debater os tópicos do assunto. Um dos presentes foi o presidente do Confea, eng. civil Marcos Túlio de Melo, que se manifestou favorável ao projeto . Segundo ele, o Confea tem promovido amplo debate com os tecnólogos e tem procurado incluí-los por meio do GT Tecnólogos, em atividade desde o ano passado. Esses profissionais foram contemplados na Matriz do Conhecimento, que define o âmbito de atuação de cada profissional da área tecnológica, por meio do Anexo II da Resolução nº 1.010/05, que começará a ser posto em prática este ano.O PL do deputado Reginaldo Lopes vai ao encontro desse trabalho, já que atribui ao Sistema Confea/Crea e Mútua a responsabilidade de fiscalizar a atuação dos tecnólogos ligados à área tecnológica. O presidente da Associação Nacional dos Tecnólogos (ANT), Jorge Guaracy, também se manifestou nesse sentido, “não há dúvida: não temos a pretensão de criar um conselho de tecnólogos. Seria inviável, pois há tecnólogos em diversas áreas do conhecimento”, ressaltou. “Nós, que temos uma formação mais sólida, acabamos sendo nivelados por baixo. Precisamos trabalhar contra paradigmas culturais fortes para termos o reconhecimento da nossa profissão”.

Mariana Zanatta (Equipe de Comunicação do Confea)


FONTE :http://www.confea.org.br/

Na minha opinião: Acredito que essa discussão sobre a regularização da profissão de tecnólogos ainda vai render muitas reportagens,debates e discussões.
É preciso ficar atento aos noticiários sobre o assunto,uma vez que qualquer novidade positiva nesta longa busca ao reconhecimento do Tecnólogo será para nós de grande satisfação.
"...não existe vitória sem batalha!"

Kaká Rodrigues

MMA firma aliança para proteger legislação ambiental

Por :Jefferson Rudy/MMA
Reportagem publicada em 27/05/2009


Minc acatou sugestões dos pequenos agricultores que pediram um tratamento diferenciado para a categoria. Ele participou do Grito da Terra, na Esplanada dos Ministérios.

O ministro Carlos Minc disse nesta quarta-feira (27) que o Ministério do Meio Ambiente acatou a solicitação da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag) de somar a Área de Proteção Permanente (APP) à reserva legal, a fim de aumentar a terra disponível para a agricultura nas pequenas propriedades. Minc participou do Grito da Terra, na Esplanada dos Ministérios, onde reafirmou a aliança histórica entre os ambientalistas e os produtores da agricultura familiar.
O ministério vai admitir, também, o plantio de espécies frutíferas - associado à reconstituição da vegetação nativa - na recomposição de encostas e áreas degradadas. Disse ainda que pretende simplificar a averbação da reserva legal, além de implementar um programa de educação ambiental e o pagamento por serviços ambientais em todo o País, como já vem ocorrendo na área do Rio Guandu, no Rio de Janeiro.
Segundo o ministro, houve um acordo entre o MMA, o Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) e os representantes dos pequenos agricultores para que leis, normas e decretos possibilitem um tratamento diferenciado para a categoria. "Não é justo tratar a agricultura familiar como agronegócio", afirmou Minc, acusando os latifundiários de usarem a bandeira dos pequenos produtores como massa de manobra política.
Entre os pontos acordados com esses setores para a adequação do Código Florestal estão a educação ambiental, a defesa das reservas extrativistas, o manejo florestal comunitário e o pagamento por serviços ambientais.
"Agora os grandes produtores atacam as leis de proteção ao meio ambiente, amanhã vão atacar a reforma agrária", afirmou o ministro do alto de um caminhão utilizado na manifestação do Grito da Terra, na Esplanada dos Ministérios, com o objetivo de reivindicar melhorias para a categoria, e que contou com a participação da Contag e da Federação dos Trabalhadores na Agricultura (Fetag).
O presidente da Contag, Alberto Broch, afirmou que a categoria pretende ter mais capacidade de produção e menos criminalização da agricultura familiar e da reforma agrária. "Não precisamos de multas, e sim de mudas, apoio, assistência técnica e educação ambiental", disse. Broch disse que o movimento é solidário ao MMA na luta pela adequação criteriosa do Código Florestal, e que a classe pretende associar a preservação do meio ambiente a uma nova cultura de produção de alimentos, mais consciente e sustentável.
Os agricultores familiares produzem 70% dos alimentos consumidos no País, e representam 90% da força de trabalho da agricultura. O ministro acredita que a categoria tem mais consciência ambiental que o latifundiário porque depende da terra para trabalhar e viver, e defendeu a existência de uma lei geral para o país, que seja separada por bioma e contemple as particularidades de cada região. "A partir disso, cada estado pode legislar para promover as adequações necessárias, mas não para afrouxar a lei ambiental", afirmou o ministro.


FONTE: http://www.mma.gov.br

quinta-feira, 28 de maio de 2009

Países desenvolvidos podem comprar créditos para atingir as metas de diminuição da emissão de poluentes

Como funcionam os créditos de carbono?

Por:Paulo Sato

Para entender os créditos de carbono, é preciso compreender primeiro o efeito estufa e o Protocolo de Kyoto.
O efeito estufa faz parte da dinâmica do planeta e, graças a ele, a Terra é mais quente do que o espaço e tem a temperatura ideal para que os seres vivos sobrevivam. Funciona da seguinte forma: parte do calor irradiado pelo Sol é devolvido ao espaço.
Porém, parte desse calor fica presa na atmosfera e é responsável por manter o planeta aquecido. O problema é que o excesso dos chamados gases estufa (gás carbônico, metano, óxido nitroso, fluoretos de enxofre e vapor d´água) amplifica esse fenômeno e faz com que mais calor seja retido na superfície do planeta, provocando o aquecimento global.
Hoje em dia, os pesquisadores descobriram que não são só os gases que provocam esse efeito. O chamado carbono negro, que é a fuligem da fumaça, também tem papel importante nesse mecanismo. "A fuligem provoca o sombreamento da superfície e esquenta a atmosfera. Além disso, modifica a formação das nuvens, o que muda o equilíbrio térmico do planeta", explica Kenny Tanizaki Fonseca professor do Departamento de Análise Geoambiental da Universidade Federal Fluminense (UFF) e pesquisador associado da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ).
Apesar de ser impossível prever com certeza quanto o planeta deve aquecer nos próximos anos, a preocupação para minimizar os efeitos do aquecimento global é presente no mundo todo.
Em 1997, 189 países membros das Nações Unidas se reuniram em Kyoto, no Japão, e assinaram um tratado em que se comprometem a reduzir as emissões de gás estufa em 5% em relação aos níveis de 1991. Em 2005, esse protocolo entrou em vigor e os países signatários deveriam atingir a meta até 2008. Até 2012 deve ser firmado um novo acordo, que já está em negociações.
Uma das críticas ao Protocolo é que só estão obrigados a diminuir as emissões os países na lista de nações desenvolvidas. Ou seja, o Brasil ainda não tem metas a cumprir, apesar de estar na lista dos 20 países que mais poluem. "Ao contrário do que acontece no resto do mundo, 2/3 das emissões brasileiras estão ligadas ao uso do solo – desmatamento, queimadas e conversão de florestas em sistemas agropecuários.
O próximo acordo também deve incluir o desmatamento, que tem a ver diretamente com o nosso país", afirma Kenny. Um dos mecanismos a que os países desenvolvidos podem recorrer para cumprir a meta é comprar os chamados créditos de carbono de países que diminuíram suas emissões. Assim, uma empresa brasileira, por exemplo, pode desenvolver um projeto para reduzir as emissões de suas indústrias. Esse projeto passa pela avaliação de órgãos internacionais e, se for aprovado, é elegível para gerar créditos. Nesse caso, a cada tonelada de CO2 que deixou de ser emitida, a empresa ganha um crédito, que pode ser negociado diretamente com as empresas ou por meio da bolsa de valores. "Porém, os países só podem usar esses créditos para suprir apenas uma pequena parte de suas metas", explica Kenny Fonseca.
Mesmo com essa restrição, o mercado de crédito de carbono está em pleno desenvolvimento, principalmente por causa do chamado mercado voluntário. Nele, mesmo países que não precisam diminuir suas emissões ou que não assinaram o Protocolo de Kyoto podem negociar créditos. Segundo um relatório divulgado por duas organizações americanas do setor de mercado ambiental, Ecosystem Marketplace e New Carbon Finance, em 2008 o mercado voluntário de carbono movimentou 705 milhões de dólares, por um preço médio de 7,34 dólares por crédito de carbono.
Kenny Fonseca explica que o Brasil é um dos países que mais formulam projetos que geram créditos de carbono e que a expansão desse mercado é inevitável. "É muito difícil para os países desenvolvidos conseguirem atingir suas metas.
Desde que o Protocolo de Kyoto foi assinado, houve um aumento populacional, acompanhado do aumento da necessidade de insumos. E isso acarreta um aumento natural da emissão de poluentes", afirma.

FONTE:http://revistaescola.abril.uol.com.br/

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Notícia publicada em 13/12/2007 sobre o COBAM (CONSELHO BRASILEIRO AMBIENTAL):

EXCLUSIVO – Projeto que regulamenta profissão de “ambientalista” não agrada aos gestores ambientais

Mônica Pinto / AmbienteBrasil

Só em São Paulo, existem hoje 56 cursos de graduação em nível superior na área de Gestão Ambiental, devidamente reconhecidos pelo MEC, sendo 52 tecnológicos e quatro bacharelados. Nesse nicho notoriamente viçoso, dada a crescente preocupação de empresas e dos poderes públicos com as questões relativas à preservação dos recursos naturais, é lícito que o público atual ou passado destas salas de aula tenha em mente a regulamentação da profissão. O problema é que o primeiro esforço nesse sentido não agradou.
O deputado William Woo (PSDB/SP) apresentou um projeto de lei que cria o Conselho Brasileiro de Ambientalismo (Cobam) e regula o exercício da profissão de Ambientalista.Em seu artigo nono, estabelece que “a inscrição como ambientalista é privativa dos que possuírem diploma ou certidão de graduação em Gestão Ambiental ou Ciências Ambientais, obtido em instituição de ensino oficialmente autorizada e credenciada”.À parte da palavra “ambientalista” já ter um significado profundamente arraigado, a definir qualquer militante em defesa das causas ambientais, qualquer que seja sua formação acadêmica, o PL peca ao alijar de todos os processos decisórios justamente os profissionais que deveriam ser seus beneficiários. Pelos termos do projeto, a estrutura do Cobam, com a individualização de seus órgãos e a atribuição de competências, será estabelecida em Estatuto, “a ser elaborado pela Diretoria Provisória do Conselho, a quem competirá, de igual forma, a elaboração do Código de Ética e Disciplina e do Regulamento Geral”.A composição dessa Diretoria Provisória, detentora de tantas responsabilidades, é risível. Seu presidente será indicado pelo Ministério do Meio Ambiente; os vice-presidentes, pelo Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), e os secretários, escolhidos pelo Congresso Nacional “dentre professores universitários catedráticos das disciplinas relativas ao meio ambiente”.
Os profissionais da área chiaram com razão. “Consideramos o processo de escolha dos dirigentes tendencioso e equivocado, não queremos tutela intervencionista”, disse a AmbienteBrasil Léo Urbini, formando do curso de Gestão Ambiental na Universidade Bandeirante (Uniban), de São Paulo. “É uma atividade madura o suficiente para escolher seus próprios representantes”.
Ele é membro de um grupo que está articulando a criação de uma Associação de Gestores Ambientais, entidade que pretende conduzir o diálogo com outras carreiras, buscando aproximação para definir os respectivos perfis profissionais e áreas de atuação.“Antes de entrar num processo legislativo sem volta, queremos conversar com todos os setores com os quais iremos andar de braços dados e, principalmente, não queremos correr o risco de travar nosso processo devido a propostas que contrariem direitos adquiridos por outras carreiras”, antecipa Léo.Segundo ele, 90% dos gestores são graduados em Tecnologia ou em pós-graduação; 10% apenas são bacharéis.
“Este é um processo negociado entre as várias carreiras que atuam no segmento, não uma decisão de gabinete ou de uma ONG”, defende.A relatoria do projeto na Câmara Federal está a cargo do deputado Germano Bonow (DEM/RS). “Ele acabou de recebê-lo e não teve ainda condições de fazer uma análise mais detalhada”, disse a AmbienteBrasil o chefe de gabinete do parlamentar, Otaviano Fonseca. “O parecer vai ficar lá para fevereiro ou março”, prevê.
A reunião para debater a criação da Associação de Gestores Ambientais será neste sábado, às 10h, à rua Sete de Abril, 277 / 9º andar, no centro de São Paulo (SP), num espaço cedido pelo Sincohab - Sindicato dos Trabalhadores nas Empresas e Cooperativas Habitacionais e Desenvolvimento Urbano no Estado de São Paulo.

FONTE: http://www.ambientebrasil.com.br


MINHA OPINIÃO: Ao procurar notícias mais recentes sobre a resolução da regulamentação do COBAM,pasmem,a notícia acima publicada em 13/12/2007 foi a mais recente que encontrei.
Aí,fica uma dúvida: onde estão nossos profissionais?
Precisamos lutar pelos nossos direitos,temos que nos unir.Não quero ser sensacionalista,porém é preciso coletivivdade para apressar o processo que tramita na câmara dos deputados,afinal somos os mais interessados neste assunto.
É o nosso futuro profissional que está em jogo.
Pensem nisso!

Cátia (Tecnóloga em Gestão Ambiental)

Uma aula especial

Tudo bem,que a aula foi ontem...mas pra falar a verdade não consegui postar ontem mesmo,fiquei fazendo trabalho e batendo papo com uma amiga no msn(pra variar,rs.rsrs..)!Mas tudo bem,vou postar hoje mesmo,afinal o importante é não deixar de registrar aqui questionamentos sobre a aula de ontem.Ontem tivemos mais uma aula de TÉCNICAS DE RECUPERAÇÃO DE ÁREAS DEGRADADAS,com o professor Rogério Vidal,afinal,é o que acontece toda semana.Mas ao meu modo de ver não foi apenas uma aula,como todos os dias.Tínhamos um trabalho para entregar e todo mundo sentiu dificuldade para terminar o trabalho e entregar a tempo ao professor.Porém,o Rogério Vidal,não é apenas um professor,é um mestre,um educador,afinal,ele não só nos ensina a teoria aplicada aos alunos,como também nos faz interagir com o mundo pelo qual queremos fazer parte,se referindo em meio ambiente.É engraçado como nós alunos temos dificuldades para responder a determinadas questões,não por não sabermos,mas por medo de responder e estar errado,coisas de ser humano;muitas vezes preferimos nos calar e permanecer na dúvida,ao falar,questionar e perceber o quanto aprendemos e o quanto ainda podemos aprender...Pois é,a aula de ontem me fez refletir muito sobre o ensino educacional em nosso país.Puxa,a teoria é importante,é;mas é preciso nos passarem a prática,afinal será com ela que iremos trabalhar.Como diz o professor Antônio de Pádua(Educação Ambiental):"...na prática não levaremos os livros para atuar como profissionais..."Então,pra dificultar as coisas,nos fazem ficar horas e horas ali,sentados,ouvindo o professor falar,decorarmos e mais tarde chegar em casa e,ops...esquecemos tudo!Não que a teoria deixe de ser necessária,mas porém,a prática é muito mais importante,na minha opinião!É na prática,que mostraremos o que aprendemos em sala de aula.Estou questionando isso,porque acredito que deveríamos ter mais aulas técnicas em campo,do que teorias e teorias.Alguns professores como o Rogério Vidal,procuram nos passar essa preocupação de forma bem clara,ele não é do tipo que fica preso ao velho ditado de que "...nota é que faz o currículo e o profissional"...aff,quem foi que inventou isso,hein?Pena,que são poucos os professores que preferem nos passar mais a questão da prática do que a teoria.Acredito que se mudassem o sistema de lecionar,prenderiam mais a atenção dos alunos ás aulas e não teria tanto aluno desistindo de estudar,simplesmente por estar achando um saco determinado curso em que esperava que fosse mais dinâmica do que apenas palavras teóricas.Parabéns ao professor Rogério Vidal,pessoa maravilhosa,profissional exemplar!E parabéns a tantos outros professores,que como o Rogério Vidal não estão preocupados apenas com o alcance das boas notas de seus alunos,mas principalmente com o futuro profissional!E aos que ainda não aderiram este método de ensino,vai aqui o recado de uma futura gestora ambiental:"já tá mais do que na hora de reverem seus conceitos!
"Um bom dia para todos,beijim!
Kaká

FONTE: http://www.blogkakamg.blogspot.com/