quinta-feira, 11 de junho de 2009

PARA VESTIR A CAUSA DE BONO. (NOTÍCIA LEGAL)







BR Press) - Que Bono Vox, vocalista da banda irlandesa U2, é engajado em causas sociais todos estão carecas de saber. Agora uma de suas últimas investidas foi a moda, com o lançamento da marca Edun - que significa nude (nu, em inglês) escrito ao contrário. O projeto vem tomando corpo desde 2005, quando Bono, junto de sua mulher, Ali Hewson, e do designer americano Rogan Gregory, empreendeu mais essa.



A marca ficou conhecida por sua linha de roupas ecologicamente corretas, de visual clean e cujas linhas têm nomes bíblicos como Genesis, Adam, Eve, Lamb e Scion.
Em sua mais recente coleção, a Edun lançou roupas feitas com 61% de material orgânico e com estampas que remetem lugares da África.
Visando o desenvolvimento de comunidades carentes de países como África e Índia, a Edun emprega mão de obra destas comunidades, por isso não possui fábrica própria.
Pretende incentivar, assim, os investimentos do mercado da moda nestes países como alternativa para terminar com a extrema pobreza que afeta a região. Ou seja: é a cara do Bono.


Roupas globalizadas

A Edun tem roupas para homens, mulheres e até crianças. As peças vão de tops, jeans, vestidos até suéteres, com preços entre US$ 36,00 e US$ 400,00. Os produtos são comercializados em algumas lojas multi-marcas na Europa e Japão, e também podem ser encontradas na loja online no site da Edun.
http://www.edunonline.com/store.aspx


(Brisa Issa/Especial BR Press)









terça-feira, 9 de junho de 2009

Sai a lista das comissões assessoras de avaliação dos cursos superiores de tecnologia

Publicado em 22/05/2009:

Foi divulgada, nesta semana, a portaria que traz a lista de professores designados para compor as comissões assessoras de avaliação de sete cursos superiores de tecnologia que serão avaliados pelo Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes, Enade 2009.
Conforme o documento, é de responsabilidade das comissões propor diretrizes, objetivos e outras especificações necessárias à elaboração dos instrumentos de avaliação que serão aplicadas no Enade. As comissões também deverão formular propostas para o aprimoramento do exame. Os professores designados pelo Inep para compor as comissões estarão vinculados à Diretoria de Avaliação da Educação Superior (Daes). As atividades serão encerradas 180 dias após a data de divulgação oficial dos resultados do Enade 2009.
Neste ano, o exame será realizado no dia 8 de novembro. Serão avaliados os cursos de graduação em Administração, Arquivologia, Biblioteconomia, Ciências Contábeis, Ciências Econômicas, Comunicação Social, Design, Direito, Estatística, Música, Psicologia, Relações Internacionais, Secretariado Executivo, Teatro e Turismo, além de duas áreas novas: Estatística e Relações Internacionais.
Serão avaliados também, pela primeira vez, os cursos superiores de tecnologia em Design de Moda, Gastronomia, Gestão de Recursos Humanos, Gestão de Turismo, Gestão Financeira, Marketing e Processos Gerenciais. O Enade integra o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes) e tem como objetivo aferir o rendimento dos alunos dos cursos de graduação em relação aos conteúdos programáticos, suas habilidades e competências.


Assessoria de Imprensa do Inep
http://www.inep.gov.br/imprensa/noticias/edusuperior/enade/news09_08.htm


segunda-feira, 8 de junho de 2009

CUIDADO (PARA REFLETIR)

"Cuidado com as palavras: elas se transformam em ação.
Cuidado com as suas ações: elas se transformam em hábitos.
Cuidado com os seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino."

Paulo Coelho

Código Ambiental diminui autonomia da União em questões ambientais

O presidente da Frente Parlamentar de Agropecuária, deputado Valdir Colatto (PMDB-SC), apresentou esta semana, na Câmara dos Deputados, o texto que promete transformar toda a legislação ambiental brasileira em um só documento, já chamado pelos ruralistas – autores do projeto de lei – de Código Ambiental.
Além do Código Florestal, o instrumento substituiria a Lei de Crimes Ambientais, a Política Nacional do Meio Ambiente e as normas que garantem à União a prerrogativa de criar unidades de conservação, por exemplo. Entre as mudanças, está a extinção de penas de prisão para crimes ambientais e outras que deverão acirrar ainda mais as discussões sobre o tema, como a transferência para os estados da responsabilidade de fixar o tamanho das áreas de proteção permanente ao longo das margens de rios e a concessão de licenciamento ambiental por decurso de prazo. “O requerimento de licença ou autorização ambiental, desde que tenha apresentado toda a documentação necessária, terá que ser respondido no prazo de até 60 dias após protocolado, sendo que o descumprimento deste prazo implica em aprovação automática do contido no requerimento”, cita o documento.
Atualmente, a área de reserva legal – percentual mínimo de vegetação nativa preservado – varia de 80%, na Amazônia, a 35%, no Cerrado, e a 20%, na Mata Atlântica, Caatinga, Pampa e Pantanal. A nova proposta não fala em percentuais. Segundo o deputado Valdir Colatto, os valores seriam definidos pelos estados depois da realização dos zoneamentos ecológico-econômicos. “Não se pode achar que só a União pode determinar [os percentuais mínimos]. Isso é a máxima da ditadura”, afirmou Collato. “O Ibama não tem capacidade para atender à demanda de projetos que esperam licenciamento. Por isso, está engessado. Só em Santa Catarina há 200 projetos de pequenas hidrelétricas parados.”
A proposta ambiental da bancada ruralista cita ainda a possibilidade de desmatamento de áreas de reserva legal. Pelo Código Ambiental, o percentual mínimo a ser preservado seria definido por estado e não por propriedade. As atividades consolidadas nas atuais Áreas de Preservação Permanente seriam mantidas, a não ser que haja dano ao meio ambiente comprovado por laudo de técnico habilitado. O projeto também tira poderes do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), que pela proposta, passaria apenas a sugerir e não mais a decidir sobre mudanças em normas ambientais. Ciente da polêmica que envolve a questão ambiental, o deputado Colatto disse que serão realizadas audiências públicas em todo o país para que a sociedade possa conhecer o projeto, opinar e propor alterações.
Os ruralistas esperam aprovar as mudanças até 11 de dezembro, data em que volta a vigorar o decreto 6.514, que trata das infrações e sanções administrativas ao meio ambiente. “O decreto propõe multas pesadíssimas e aí o país inteiro estaria ilegal”, disse Colatto. Para ele, as cidades também devem atender os requisitos exigidos dos produtores rurais.
No projeto, se fala na remuneração de serviços ambientais, como a preservação de uma área por um agricultor, por exemplo. A compensação financeira dada ao produtor viria da venda de crédito de carbono, do dinheiro de multas ambientais ou de uma cobrança da população na forma de contribuição ao meio ambiente. Para agilizar o andamento das propostas, uma comissão especial pode ser criada na Câmara dos Deputados.


Fonte:(Informações Agência Brasil)
http://correio24horas.globo.com/noticias/noticia.asp?codigo=27757&mdl=27

domingo, 7 de junho de 2009

A CARTA DE 2050:


Acabo de completar 50 anos, mas a minha aparência é de alguém de 85.

Tenho sérios problemas renais porque bebo pouca água.Creio que me resta pouco tempo.

Hoje sou uma das pessoas mais idosas nesta sociedade.

Recordo quando tinha 5 anos.Tudo era diferente.Havia muitas árvores nos parques. As casas tinham bonitos jardins e eu podia desfrutar de um bom banho de chuveiro.

Agora usamos toalhas em azeite mineral para limpar a pele.Antes, todas as mulheres mostravam suas formosas cabeleiras.Agora, raspamos a cabeça para mantê-la limpa sem água.

Antes, meu pai lavava o carro com a água que saía de uma mangueira.Hoje os meninos não acreditam que utilizávamos a água dessa forma.

Recordo que havia muitos anúncios que diziam para CUIDAR DA ÁGUA, só que ninguém lhes dava atenção. Pensávamos que a água jamais poderia acabar. Agora, todas as nascentes, rios, lagoas e mantos aqüíferos estão irreversivelmente contaminados ou esgotados.

Imensos desertos constituem a paisagem que nos rodeia por todos os lados.As infecções gastrintestinais, enfermidades da pele e das vias urinárias são as principais causas de morte.

A indústria está paralisada e o desemprego é dramático.As fábricas dessalinizadoras são as principais fontes de emprego e pagam os empregados com água potável em vez de salário.

Os assaltos por um litro de água são comuns nas ruas desertas.A comida é 80% sintética.Antes, a quantidade de água indicada para se beber era oito copos por dia, por pessoa adulta.Hoje só posso beber meio copo.

A roupa é descartável, o que aumenta grandemente a quantidade de lixo.

Tivemos que voltar a usar as fossas sépticas, como no século passado, porque a rede de esgoto não funciona mais por falta de água.

A aparência da população é horrorosa: corpos desfalecidos, enrugados pela desidratação, cheios de chagas na pele pelos raios ultravioletas que já não têm a capa de ozônio que os filtrava na atmosfera.

Com o ressecamento da pele, uma jovem de 20 anos parece ter 40.Os cientistas investigam, mas não há solução possível.

Não se pode fabricar água, o oxigênio também está degradado por falta de árvores, o que diminuiu o coeficiente intelectual das novas gerações.

Alterou-se a morfologia dos gametas de muitos indivíduos.Como conseqüência, há muitas crianças com insuficiências, mutações e deformações.

O governo até nos cobra pelo ar que respiramos: cento e trinta e sete m3 por dia por habitante adulto.Quem não pode pagar é retirado das “zonas ventiladas”, que são dotadas de gigantescos pulmões mecânicos que funcionam com energia solar.

Não são de boa qualidade, mas se pode respirar.

A idade média é de 35 anos.

Em alguns países restam manchas de vegetação com o seu respectivo rio, que é fortemente vigiado pelo exército.A água tornou-se um tesouro muito cobiçado, mais do que o ouro ou os diamantes.

Aqui não há árvores porque quase nunca chove. E quando chega a ocorrer uma precipitação, é de chuva ácida.

As estações de ano foram severamente transformadas pelas provas atômicas e pela poluição das indústrias do século XX.

Advertiam que era preciso cuidar do meio ambiente, mas ninguém fez caso.

Quando a minha filha me pede que lhe fale de quando era jovem, descrevo o quão bonitos eram os bosques.Falo da chuva e das flores, do agradável que era tomar banho e poder pescar nos rios e lagoas, beber toda a água que quisesse.O quanto nós éramos saudáveis!

Ela pergunta-me: -Papai! Por que a água acabou?

Então, sinto um nó na garganta!Não posso deixar de me sentir culpado porque pertenço à geração que acabou de destruir o meio ambiente, sem prestar atenção a tantos avisos.Agora, nossos filhos pagam um alto preço...

Sinceramente, creio que a vida na Terra já não será possível dentro de muito pouco tempo, porque a destruição do meio ambiente chegou a um ponto irreversível.

Como gostaria de voltar atrás e fazer com que toda a humanidade compreendesse isto...... enquanto ainda era possível fazer algo para salvar o nosso planeta Terra!


FAÇA ESTA MENSAGEM CHEGAR A SEUS CONHECIDOS. VOCÊ ESTARÁ CRIANDO UM POUCO DE CONSCIÊNCIA PARA CUIDAR DA VIDA À SUA VOLTA.


Créditos: Autor do slide: Ria Ellwalger – Texto: publicado na revista “Crônicas de los Tiempos”